domingo, 17 de junho de 2012

E Ele habitou entre nós


(…)Senhor é neste tempo que vais restaurar o reino de Israel? (…) Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade. Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês (…)” Atos 01:06-08 NVI
Desde o tempos em que passeava pelo Éden na viração do dia, Deus nunca quis estar distante, permanecer lá não era seu propósito, não é atoa que ver Adão e Eva todos os dias era um desejo ardente em Seu coração, Ele queria estar aqui. Após a queda é instituído um servo com toda uma equipe que pudesse intermediá-lo, uma nação para ser Sua, um lugar para sua manifestação.
Nas outras religiões a proposta da relação com o divino é diferente da proposta de Cristo. Os outros deuses precisam ser paparicados para que estes abençoe os seus, este deus está lá e precisa de uma atitude humana para beneficiar seus adoradores. Cristo quebra este este dogma, Ele é um Deus que nos amou antes mesmo que o conhecêssemos, Ele quis habitar aqui conosco.
Jesus faz a primeira morada divina na Terra, ele torna-se o Emanuel, o Deus Conosco. Foi necessário a humanização de Deus para que Ele estivesse sobre o julgo da morte e a vencesse, Como o salário do pecado é a morte, e Cristo não possuía pecado algum, ele foi o único capaz de vencer a morte para que uníssemos à Ele, “Deus o ressuscita dos mortos, rompendo os laços da morte porque era impossível que a morte o retivesse”. Atos 2:24 NVI
Na história bíblica o pecado toma volume nas regras em nos dizer o que podemos ou não fazer. Em Jesus o pecado não está mais em transgredirmos um regra, mas em simplesmente nos pensamentos que povoam nossa mente. Paulo endossa esta questão afirmando que quando dizemos que não precisamos de Deus nos tornamos réus para nossa condenação, ou seja, nos tornamos pecado com esta atitude independente, por isso foi preciso que Cristo tomasse nosso lugar se tornando pecado, para que o caminho a Deus fosse inaugurado.
Jesus Cristo morreu e ressuscitou, e em Seu nome deve ser pregado o arrependimento para o perdão de pecados, para que o poder do alto seja derramado sobre todos”. É esta a síntese do evangelho que Cristo apresentava, e este evangelho nos faz recebê-lo e seu reino.
No início de seu ministério, Jesus Cristo roga sobre si o texto de Isaías 61:1 que diz “O Espírito do Soberano , o Senhor, está sobre mim, porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros.” Nosso Senhor instantes antes de subir ao céus abençoa seus discípulos e diz que este mesmo Espírito estaria com eles.
O Espírito Santo completa Sua mudança, agora ele não habita mais em templo feitos por mãos humanas, mas no coração de todos que O aceitam. Ele não é mais uma presença divina que era evocada pelo sacerdote, mas Ele se espalhou em toda sua igreja. Seu reino não é algo tangível que possa ser comparada com um governo humano, como pensavam os discípulos, mas ele se espalha através dos corações que aceitaram Cristo como Senhor.
@hmbeltrao
Texto adaptado do sermão “A síntese do Evangelho” de uma série de estudos sobre o livro de Atos ministrada por Ed René Kivitz. Há trechos em aspas que são referências bíblicas porém fiz menção a versão que utilizei. Outros trechos em aspas são citações literais do Ed, que também expressam minha opinião.

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